A Amazon Web Services (AWS), líder mundial em infraestrutura de nuvem, sofreria uma falha que gerou instabilidades em várias plataformas digitais globais, inclusive grandes empresas brasileiras, como o Mercado Livre. (Forbes Brasil) O que aconteceu O problema ocorreu na região US-EAST-1, uma das zonas mais críticas da AWS, usada por diversas aplicações e serviços online. Usuários relataram indisponibilidade, lentidão, erros de serviço em sites, aplicativos e plataformas que dependem da infraestrutura da AWS. A AWS informou que a causa do incidente estava relacionada a um problema de DNS subjacente, que já foi “totalmente mitigado”, segundo comunicado oficial. Mesmo após o restabelecimento inicial, alguns usuários ainda podem enfrentar requisições lentas ou taxas de erro enquanto a normalização completa avança. Impactos observados Plataformas como Mercado Livre, Canva, Amazon, entre outras, foram citadas entre aquelas que enfrentaram falhas ou interrupções de serviço. Serviços digitais, e-commerce, aplicativos dependentes de backend na nuvem e operações críticas que dependem da AWS foram afetados, provocando prejuízos de imagem, perda de receita ou experiência negativa para usuários finais. A pane reacendeu discussões sobre os riscos e fragilidade de depender massivamente de um único provedor de infraestrutura em nuvem. Lições e recomendações para empresas/técnicos 1. Diversificação de provedores de nuvem (multi-cloud ou híbrido) Ter infraestrutura distribuída entre mais de um fornecedor (AWS, Azure, GCP, etc.) ajuda a amortecer falhas regionais ou específicas. 2. Arquitectura resiliente e tolerância a falhas Projectar sistemas com zonas de disponibilidade redundantes, failover e fallback automáticos. 3. Plano de recuperação e contingência Ter rotinas claras para resposta a incidentes, alertas, monitoramento contínuo e comunicação interna/externa. 4. Uso consciente de dependência crítica Para serviços essenciais (financeiro, saúde, logística), minimizar dependências diretas de componentes que, se falharem, derrubam todo o sistema. 5. Monitoramento e testes de resiliência Realizar simulações (testes de queda, caos engineering) para verificar comportamentos inesperados em cenários de falha. Contexto mais amplo e analogias Essa interrupção lembra outras grandes falhas globais de serviços de nuvem ou infraestrutura técnica, como a queda de serviços do Google, interrupções de servidores de grandes redes sociais ou falhas de DNS que já tiveram impactos maciços em escala global. A dependência de plataformas como a AWS, que atende a mais de 30 % do mercado global de cloud, torna seu funcionamento crítico para a internet moderna. Fonte: Forbes Brasil – Interrupção no serviço AWS afeta plataformas globais, incluindo gigantes como o Mercado Livre Exame – AWS diz ter solucionado falha que afetou sites como Mercado Livre, Amazon e Canva Al Jazeera – AWS resolves issue behind global web outages CNN Brasil – Servidores da Amazon e outras plataformas são afetados por instabilidades Tecmundo – Queda na AWS afeta internet global, desde Mercado Livre até companhias aéreas
Nano Banana AI: ferramenta da Google leva edição de imagem com IA a bilhões de usuários
A Google está ampliando o alcance da sua nova tecnologia de edição de imagem baseada em inteligência artificial, batizada internamente de Nano Banana. O recurso, agora integrado a plataformas como Google Search, Google Photos e NotebookLM, promete transformar a maneira como bilhões de usuários interagem com imagens no ecossistema da empresa. De acordo com a Forbes, o Nano Banana é uma evolução do modelo Gemini 2.5 Flash Image, projectado para tornar a criação e edição de imagens algo simples, rápido e acessível a todos, sem depender de softwares profissionais ou conhecimento técnico avançado. O que é o Nano Banana Durante o desenvolvimento, “Nano Banana” era apenas um codinome interno da Google, mas acabou se tornando o símbolo de uma mudança significativa: a democratização da edição visual via IA. A tecnologia permite: De acordo com a Google, o modelo já gerou mais de 5 bilhões de imagens, e esse número cresce diariamente com a expansão para novos serviços. Como está sendo integrado 1. Google Search/Lens – usuários poderão tirar uma foto ou escolher uma imagem da galeria e ativar o modo “Create”, permitindo modificações instantâneas com IA. 2. Google Photos – funções como Magic Editor e Auto Enhance serão aprimoradas com o poder do Nano Banana, permitindo ajustes mais naturais e contextuais. 3. NotebookLM – o modelo já ajuda na criação de conteúdos visuais ilustrativos para apresentações, relatórios e estudos visuais. Segurança e transparência Toda imagem gerada ou editada com o Nano Banana será marcada com SynthID, um selo digital invisível desenvolvido pela própria Google para identificar conteúdo produzido por IA. Essa medida busca combater a desinformação e garantir autenticidade no ambiente online. Concorrência e impacto no mercado Segundo o Business Insider, a chegada do Nano Banana já está afetando o mercado, inclusive grandes players como a Adobe, que viu queda no uso de suas ferramentas de imagem após o lançamento da IA da Google. O Android Central aponta que o recurso também será incorporado a outros aplicativos, como o Google Messages, onde usuários poderão criar memes personalizados com um simples comando de texto. Essa integração massiva torna o Google o principal concorrente de plataformas criativas baseadas em IA, como Midjourney, DALL-E e Firefly. O que muda para usuários e criadores em Moçambique e África Contudo, cresce o alerta para a dependência tecnológica de grandes corporações e a necessidade de formação digital local para uso ético e criativo dessas ferramentas. Conclusão O Nano Banana AI é mais do que uma nova ferramenta, é um passo importante na fusão entre criatividade humana e inteligência artificial. Ao colocar o poder da edição visual nas mãos de qualquer pessoa, o Google redefine o que significa “criar” no mundo digital moderno. Fontes: Forbes – Nano Banana AI Image Editing Comes to Billions of Google Users Google Blog – Nano Banana: Bringing AI-powered image tools to more Google products Business Insider – Google’s viral Nano Banana AI image tool has already hurt Adobe, data suggests Android Central – Google’s Nano Banana AI image tool is taking over your favorite apps TechRadar – Nano Banana’s AI will soon fill Google Messages with custom memes
Google Chrome ganha integração com Gemini no iOS: inteligência artificial embarcada no navegador
O Google começou a incorporar sua inteligência artificial Gemini dentro do navegador Chrome para iOS, trazendo novas funções que permitem aos usuários interagirem com conteúdos Web de forma mais inteligente. O que muda com a integração Gemini no Chrome para iOS A funcionalidade “Gemini in Chrome” já chegou para desktop e Android, e agora está sendo estendida ao iOS. Nos dispositivos iPhone e iPad, a integração permitirá que o usuário interaja com conteúdos da página aberta, por exemplo, pedir resumos, esclarecimentos ou auxílio relacionado ao texto da página, sem sair do contexto do navegador. A activação será feita via omni-barra (omnibox) do Chrome no iOS, onde se poderá acionar o Gemini directamente. A disponibilização será gradual e depende de países e idiomas específicos, por enquanto, o rollout inicial está focado nos EUA e em usuários que têm o idioma do navegador configurado em inglês. Potenciais benefícios da integração 1. Navegação mais inteligente O usuário poderá pedir explicações ou resumos de textos, pedir que o Gemini interprete dados ou conceitos contidos em páginas Web sem precisar sair do navegador. 2. Produtividade aumentada Ao evitar a troca de apps ou abas para buscar explicações ou aprofundar contextos complexos, a experiência de navegação torna-se mais fluida. 3. Contexto como base de respostas Como o Gemini poderá usar o contexto da aba ativa ou de conteúdos abertos para formular respostas mais relevantes, a interação será mais efetiva e precisa. 4. Integrações com outras aplicações Google Em versões desktop já foram anunciadas integrações com Calendar, Maps, YouTube etc. A expectativa é de que essas integrações também estejam presentes no iOS com o tempo. Limitações e desafios A funcionalidade estará inicialmente disponível apenas para usuários elegíveis, nem todos terão acesso imediato no iOS. Linhas de idioma e localização podem limitar a activação da função. Questões de privacidade e segurança serão centrais: permitirá que o usuário controle se o Gemini tem acesso ao conteúdo da página ativa ou não, podendo pausar a funcionalidade. Nem todos os recursos que se esperam, como operações automáticas ou multitarefas, estarão disponíveis de imediato no lançamento para iOS. Contexto mais amplo Essa actualização faz parte de uma estratégia maior do Google para fundir seus produtos e serviços ao redor da IA generativa, de modo que ferramentas como o Chrome passem a oferecer valor adicional diretamente embutido no uso diário do usuário. No desktop, o recurso Gemini já permite que os usuários perguntem ao assistente a partir de qualquer aba, e o Google também anuncia recursos futuros de “agentic browsing”, onde o Gemini poderá executar tarefas em nome do usuário. Fonte: TudoCelular – “Google Chrome atualizado com integrações Gemini no iOS” Google Blog/anúncios oficiais – “Go behind the browser with Chrome’s new AI features” TechCrunch – “Google is launching a Gemini integration in Chrome” WIRED – comentário sobre expectativas para o iOS
Índia ultrapassa Japão e torna-se a 4ª maior economia mundial
Segundo dados actualizados pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), a Índia superou o Japão em valor nominal do Produto Interno Bruto (PIB), alçando-se à posição de quarta maior economia global. Os números por trás da ascensão O relatório World Economic Outlook do FMI projecta que o PIB nominal da Índia em 2025 será de aproximadamente US$ 4,187 trilhões, levemente acima do Japão, estimado em US$ 4,186 trilhões. Essa ultrapassagem coloca a Índia atrás apenas dos Estados Unidos, China e Alemanha em termos de tamanho econômico nominal. Na prática, isso reflete uma combinação de crescimento persistente, reformas estruturais, expansão do mercado interno e posição estratégica em cadeias de valor globais. Factores que impulsionaram esse salto 1. Crescimento consistente e reformas econômicas A Índia aproveitou políticas de estímulo, digitalização, reformas tributárias e promoção de investimento para manter taxas altas de crescimento. 2. Mercado interno robusto Com uma das populações mais jovens do mundo, o consumo interno e demanda interna são motores importantes do crescimento. 3. Mudanças no cenário global de comércio e deslocamento de cadeias globais Alterações nas cadeias globais de produção, com países buscando diversificação além da China, favorecem a Índia como alternativa. 4. Relativa resiliência frente a choques externos Mesmo diante de tensões comerciais, tarifas, ou pressões externas, as bases domésticas têm sustentado o desempenho indiano. Limitações e desafios Embora tenha ultrapassado o Japão em valor total do PIB, a renda per capita da Índia ainda está muito abaixo da do Japão, o que aponta desigualdades e espaço para melhorar padrão de vida para muitos cidadãos. O país ainda enfrenta desafios como infraestrutura deficiente em algumas regiões, disparidades regionais, burocracia, sistema de saúde e educação, e controle de pobreza e desemprego. Para manter ou avançar ainda mais no ranking global, será necessário reforçar a produtividade, inovação e superar obstáculos estruturais internos. Significado para o mundo, e para Moçambique O reposicionamento da Índia no cenário global mostra que países em desenvolvimento podem escalar posições econômicas se combinarem políticas estruturais, crescimento interno e inserção global estratégica. Para Moçambique e outros países africanos, essa trajectória pode servir de inspiração ou estudo de caso: em que sectores a Índia investiu, como reformou regulamentos, como atraiu investimento estrangeiro, etc. Também é um alerta para que países africanos reforcem seu próprio potencial de mercado interno, qualificação de mão de obra e capacidade de atração de investimentos tecnológicos e manufatura. Fonte: Jornal Económico/Sapo – “Índia ultrapassa o Japão e já é a quarta economia mundial” DDNews – “India set to overtake Japan as fourth-largest economy in 2025: IMF” NITI Aayog/declarações oficiais da Índia sobre o status econômico bne IntelliNews – análise de dados do PIB nominal de Índia e Japão
Google Chrome vai reduzir número de notificações recebidas para evitar excesso de interrupções
O Google anunciou mudanças no Chrome para diminuir a quantidade de notificações indesejadas que o usuário recebe durante a navegação. O objectivo é tornar a experiência mais fluida e menos invasiva. O que vai mudar O Chrome revogará automaticamente permissões de notificação de sites com baixo engajamento (ou seja, páginas com as quais o usuário pouco ou nada interage), especialmente se esses sites enviarem muitas notificações. As notificações de sites que o usuário frequenta ou interage continuam activas, ou seja, o recurso foca em reduzir o “ruído” de notificações irrelevantes. Quando uma permissão de notificação for revogada automaticamente, o usuário será informado e poderá reactivar se desejar. Isso se estenderá tanto para versões de desktop quanto para Android. Por que essa mudança? Segundo dados divulgados, menos de 1% das notificações enviadas recebem qualquer tipo de interacção dos usuários. Isso mostra que muitas notificações são apenas interrupções sem valor real. Ao reduzir notificações de sites pouco utilizados, o Chrome busca equilibrar utilidade e conforto: manter alertas úteis, eliminar as desnecessárias. A medida também favorece os sites e serviços que mantêm relacionamento real com o usuário, pois eles não serão penalizados por envio moderado e interação significativa. O que o usuário precisa saber A funcionalidade pode ser desactivada nas configurações, caso o usuário prefira manter permissões de notificação para sites específicos. Quando o Chrome revogar uma permissão, será apresentada uma notificação informativa ao usuário e opção para reverter. Essa abordagem é semelhante ao que já existe para outras permissões no Chrome, como câmera ou localização: se um recurso não é usado por muito tempo, o Chrome pode revogar autorização para proteger o usuário. Fonte: TechRadar – “Google Chrome is fixing its ‘notification overload’ problem” Pplware – artigo “Chrome vai mudar e desaparece uma das piores funcionalidades”
Mais de 12 mil trabalhadores despedidos sem indemnização em Moçambique devido à crise político-social
A Organização dos Trabalhadores de Moçambique, Central Sindical (OTM-CS) denunciou que mais de 12.000 trabalhadores foram despedidos nos últimos meses como consequência da crise político-social no país. O alerta foi feito em Maputo, durante a celebração dos 49 anos da OTM-CS, pelo Secretário-Geral André Mandlate. A crise político-social que motivou os despedimentos relaciona-se com manifestações pós-eleitorais, saques, vandalismo e insegurança que afectaram empresas, comércio e serviços. Essas perturbações provocaram encerramentos de empresas e perda de postos de trabalho. Os despedimentos foram feitos sem cumprimento das obrigações legais de indemnização em muitos casos. Em outros casos, as compensações foram consideradas injustas ou insuficientes, especialmente considerando inflação e custo de vida elevado. Impacto para os trabalhadores Salários mínimos em muitos sectores não acompanham os aumentos de custo da cesta básica, casa, alimentação e transporte. Enquanto a cesta básica para uma família de cinco pessoas ultrapassa 42.000 meticais, os salários mínimos variam de cerca de 5.000 meticais (no subsector da pesca de Kapenta) até 19.000 meticais (sectores financeiro e seguros). A incerteza legal e económica coloca muitos trabalhadores numa situação vulnerável, sem rede de protecção. A falta de indemnizações ou compensações adequadas pode deixar famílias sem condições de manter o nível de vida. Desafios institucionais e legais O incumprimento das leis laborais: despedimentos sem indemnização ou com compensações abaixo do aceitável sugerem falhas no enforcement (aplicação) da lei. Ausência ou fragilidade de mecanismos de supervisão e responsabilização de empregadores. Falta de políticas públicas eficazes de proteção social para socorrer trabalhadores afectados. Diálogo entre trabalhadores (sindicatos), Governo e entidades patronais parece necessário, mas até agora os resultados práticos ainda são poucos. Potenciais soluções Reforçar o cumprimento das leis laborais através de inspeção mais frequente e sanções para empregadores infratores. Estabelecer mecanismos emergenciais para indemnizações ou apoios financeiros aos despedidos em crise social. Ajuste dos salários mínimos para que acompanhem realidades inflacionárias e o custo de vida. Políticas de proteção social, como subsídios diretos, seguro-desemprego ou Fundo de Emergência para trabalhadores afectados por situações extraordinárias. Incentivar diálogo social (sindicatos, empregadores, Governo) para mitigar impactos em segurança jurídica e previsibilidade para trabalhadores. A crise político-social em Moçambique não está afectando apenas o sistema político ou institucional, mas tem impactos reais e profundos sobre o mundo laboral. Muita gente está vendo seus meios de sustento desaparecerem sem compensação justa. Se nada for feito, o aumento do desemprego, da vulnerabilidade social e da desigualdade poderá colocar em risco a estabilidade social. Fonte: O País
Cartões bancários moçambicanos poderão voltar a funcionar normalmente no exterior
Usuários de cartões bancários moçambicanos poderão brevemente retomar transações no exterior sem tantos entraves. Segundo informações recentes, bancos e autoridades regulatórias estão a trabalhar para restaurar operações internacionais de cartões que vinham enfrentando restrições. O que motivou a limitação Nos últimos meses, muitos portadores de cartões emitidos para uso em Moçambique relataram que não podiam fazer compras ou levantamentos no exterior, em alguns casos os cartões eram bloqueados automaticamente ou rejeitados pelas redes internacionais. Isso ocorreu principalmente por questões de segurança, controle cambial ou medidas de restrição adotadas pelas instituições financeiras para proteger contra fraudes ou abuso. Também pode estar ligado a restrições regulamentares ou limitações nas redes internacionais de processamento de pagamentos que operam com cartões emitidos em Moçambique. O que mudou Fontes ligadas ao setor financeiro informam que bancos e operadoras de cartões nacionais já começaram a restabelecer a conectividade com redes externas. O objetivo é permitir que usuários moçambicanos usem seus cartões normalmente em compras internacionais e saques no exterior. Procedimentos de verificação de risco e compliance (segurança) devem ser reforçados para evitar fraudes, mas sem impedir o uso legítimo dos cartões. Implicações positivas Riscos e desafios Fonte: MZNews
54% da Geração Z sofre de “deslealdade crônica” e o problema não é a IA
Uma pesquisa recente revelou que 54% dos jovens da Geração Z relatam sentir “deslealdade crônica” em relação aos seus empregos. Esse comportamento não estaria relacionado ao uso de inteligência artificial, em vez disso, jovens afirmam que abandonam as empresas quando percebem falta de propósito, reconhecimento ou oportunidades reais de crescimento. O que dizem os números A Geração Z, em média, permanece apenas 1,1 ano no mesmo emprego antes de buscar outra oportunidade. 68% dos jovens que mudaram de carreira afirmaram que ainda se sentiam aptos a desempenhar bem suas funções anteriores, ou seja, não abandonam por falta de capacidade, mas por desalinhamento. A insatisfação não é com a tecnologia nem com ferramentas novas: o abandono ocorre mesmo quando elas estão presentes. O ponto central é que muitos jovens não veem sentido ou valorização no ambiente de trabalho. Por que “deslealdade crônica”? O termo sugere que muitos jovens hoje preferem não se comprometer com empresas que não oferecem: Ou seja: não é que os jovens tenham perdido o “espírito de trabalho”, eles estão rejeitando modelos ultrapassados de emprego, especialmente quando a empresa não entrega reciprocidade. O papel das empresas Para reter talentos da Geração Z, as empresas precisam entender que: Reflexão para Moçambique e África Esse fenômeno também pode estar se manifestando em mercados africanos, embora menos estudado. Aqui vão algumas ideias para aplicar no contexto local: Fonte: Terra/Xataka Brasil — “54% da Geração Z sofre de deslealdade crônica: jovens confirmam e ressaltam que o problema não é a IA”
Galp vai receber US$ 100 milhões ainda este ano pela venda de participação em gás em Moçambique
A Galp anuncia que irá auferir US$ 100 milhões (~€ 85,4 milhões) no quarto trimestre de 2025 após a assinatura da Decisão Final de Investimento (FID) do projecto Coral Norte FLNG, no âmbito da sua participação na Área 4 da Bacia do Rovuma, Moçambique. A empresa já tinha recebido US$ 881 milhões pela venda de 10 % da sua participação à XRG, subsidiária da ADNOC, o montante inicial inclui valor patrimonial, reembolso de empréstimos accionistas e investimentos acumulados até 31 de dezembro de 2023. A esta quantia junta-se um pagamento contingente adicional de US$ 400 milhões, condicionado à aprovação final do projecto Rovuma LNG. Fonte: Jornal Económico
OpenAI reage a Musk e denuncia tentativa de intimidar antigos funcionários da xAI
A OpenAI respondeu oficialmente às acusações de que teria atraído ex-funcionários da xAI de Elon Musk para roubar segredos comerciais. Num processo judicial apresentado pela xAI na Califórnia, a OpenAI classificou as alegações como infundadas, afirmando que o caso faz parte de uma estratégia de intimidação contínua por parte de Musk. A declaração da OpenAI realça que os antigos colaboradores têm o direito legal de mudar de empresa, e que a OpenAI também tem direito de contratar talento de concorrentes. A empresa sugere que a xAI está a perder pessoal para outras organizações, incluindo para a OpenAI, justamente em função dessas pessoas buscarem as melhores oportunidades. Fonte: Reuters






