Uma pesquisa recente revelou que 54% dos jovens da Geração Z relatam sentir “deslealdade crônica” em relação aos seus empregos. Esse comportamento não estaria relacionado ao uso de inteligência artificial, em vez disso, jovens afirmam que abandonam as empresas quando percebem falta de propósito, reconhecimento ou oportunidades reais de crescimento.  O que dizem os números A Geração Z, em média, permanece apenas 1,1 ano no mesmo emprego antes de buscar outra oportunidade.  68% dos jovens que mudaram de carreira afirmaram que ainda se sentiam aptos a desempenhar bem suas funções anteriores, ou seja, não abandonam por falta de capacidade, mas por desalinhamento.  A insatisfação não é com a tecnologia nem com ferramentas novas: o abandono ocorre mesmo quando elas estão presentes. O ponto central é que muitos jovens não veem sentido ou valorização no ambiente de trabalho.  Por que “deslealdade crônica”? O termo sugere que muitos jovens hoje preferem não se comprometer com empresas que não oferecem: Ou seja: não é que os jovens tenham perdido o “espírito de trabalho”, eles estão rejeitando modelos ultrapassados de emprego, especialmente quando a empresa não entrega reciprocidade. O papel das empresas Para reter talentos da Geração Z, as empresas precisam entender que: Reflexão para Moçambique e África Esse fenômeno também pode estar se manifestando em mercados africanos, embora menos estudado. Aqui vão algumas ideias para aplicar no contexto local: Fonte: Terra/Xataka Brasil — “54% da Geração Z sofre de deslealdade crônica: jovens confirmam e ressaltam que o problema não é a IA”