Segundo o Club of Mozambique, Moçambique, juntamente com outros países da África Austral, foi removido da lista de “hotspots” de fome das Nações Unidas, graças à melhoria nas colheitas agrícolas. Esta actualização é resultado de uma temporada agrícola mais favorável e de medidas internas que aumentaram a disponibilidade de alimentos nas comunidades mais vulneráveis. Destaques da notícia: – Melhoria nas colheitas em 2024/2025 foi decisiva para a mudança. – O número de pessoas em risco de insegurança alimentar extrema diminuiu significativamente. – A região ainda requer atenção, mas os progressos mostram que investimento agrícola e apoio humanitário bem direcionado funcionam. – Moçambique sai de uma lista crítica que alertava para risco elevado de fome e crise humanitária. Apesar dos avanços, agências como a FAO e o PAM alertam que as mudanças climáticas, os preços globais e conflitos regionais ainda podem ameaçar a segurança alimentar futura. A recomendação é que os governos continuem a investir em resiliência agrícola, sistemas de irrigação e reservas estratégicas. Este é um sinal positivo para Moçambique e reforça a importância de políticas agrícolas eficazes e cooperação internacional. Fonte: Club of Mozambique
Microinfluenciadores estão a dominar o marketing, e por bons motivos
De acordo com a Exame, marcas de todos os tamanhos estão a apostar cada vez mais em microinfluenciadores, criadores com entre 10 mil e 100 mil seguidores, como estratégia principal nas suas campanhas. E os resultados são claros: custam menos, convertem melhor e geram mais confiança. Ao contrário das celebridades digitais, os microinfluenciadores mantêm uma relação mais próxima e autêntica com o público, o que aumenta significativamente o engajamento e a credibilidade. Seus seguidores tendem a vê-los como “pessoas reais”, o que torna as recomendações mais eficazes. Por que estão a ganhar espaço: Custo mais baixo: viabilizam campanhas com maior frequência e alcance em nichos específicos. Taxas de conversão mais altas: a audiência sente-se mais conectada e propensa à ação. Engajamento genuíno: interações mais orgânicas, com comentários, respostas e partilhas reais. Segmentação precisa: ideais para atingir públicos específicos de forma directa. Especialistas apontam que o marketing de influência está a mudar, e que o futuro será feito por muitos vozes autênticas, em vez de poucas figuras gigantescas. Fonte: Exame







